GamesTudo · 26/10/2026 12:55
O Kungfupunk consolida Phantom Blade Zero como um dos melhores títulos do ano e da geracao
Chegando em 28 de outubro pra PlayStation 5 e PC, Phantom Blade Zero é um prato repleto pra admiradores de títulos de acao O ano de 2026 realmente nao está pra brincadeira. Após numerosos lancamentos grandiosos e com mais algumas pedradas vindo aí, Phantom Blade Zero vem pra abalar a indústria com um novo gênero de título, o Kungfupunk. A S-Game iniciou como um estudio pequeno, que foi ganhando progressivamente atencao por causa dos vídeos de divulgação surpreendentes do game, que, com cada passo do desenvolvimento, se tornou algo ainda mais grandioso, um passo parecida ao seu primo, Black Myth: Wukong.
No game acompanhamos a jornada de Soul, um ex-assassino de elite da facção Ordem, que é incriminado pelo assassinato de seu lider e traído por seus aliados. Apos ser morto em um duelo por seu irmão de sangue, Zuo Shang, Soul é ressuscitado com uma condicao: ele tem somente 66 dias de vida. Você deve explorar o Wulin, um mítico submundo de artes marciais, em busca de uma cura enquanto que desvenda uma conspiração massiva.
Msm perdida em numerosas partes da narrativa, ela ainda é mt boa! A coleta de diversos documentos e itens contam mais a respeito de o mundo e personagens relacionados à região e momento em que estamos na trama. Aproveitando que estamos falando a respeito de regiões, o mapa e a estética do "Kungfupunk" são fantásticos.
Com florestas, cidades, montanhas e fábricas de "Sha-Chi" enormes, o mapa é super bem minucioso, em virtude da UE5, que igualmente tropeça em certas partes com quedas de frames notáveis em algumas áreas e bosses do game. Essa fantasia sombria é passada desde os itens ate os céus, com espetáculos graficos que me lembraram do Continente de Clair Obscur Expedition 33. Tudo realça aos olhos de tão deslumbrantes e minuciosos que os mapas são.
O grande triunfo do título está no combate, que é de longe o maior destaque, e a maior dúvida, pois, afinal de contas, o que é esse tal "Kungfupunk"? Imagine se Sekiro, Ninja Gaiden e ate a franquia StarWars: Jedi tivessem um filho; esse filho seria Phantom Blade. Isto é, ele nao é punitivo como um souls, mas o gamer igualmente tem que estar super atento aos combos e brechas, tal como um hack n' slash.
Tudo no combate lembra mt Sekiro, como os parries, barra de postura etc., mas com a pitada de Ninja Gaiden e de NieR:Automata, longos combos, efeitos ultra espalhafatosos e os renomados lens flare pra identificar quando defender ou esquivar pra de encontro a-atacar o adversário pra baixar sua guarda. Combate esse que, apesar de inspirações, ganha sua particularidade de u
Redação GamesTudo · Fonte: IGN — ver matéria original
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