GamesTudo · 25/10/2026 21:00
Review Phantom Blade Zero | Um título com lições que a indústria pode aprender
É inegável que o grande destaque de 2026 é Grand Theft Auto VI. Pra numerosos, esse é o título mais esperado, mas Phantom Blade Zero é um dos jogos que eu mais esperava neste ano. A aguarda acabou, e após ficar surpreendido com o que vi jogando lá na China por algumas horas, chegou o momento de ver se ele é realmente tudo isso.
Phantom Blade Zero é o primeiro jogo AAA do estudio chinês S-Game, que tinha maior foco em títulos mobile. O game foi feito por aproximadamente 150 pessoas e, se você nao tem muita noção do tamanho de um estudio, Diablo IV foi feito por mais de 9 mil pessoas. Claro que joguei um exemplo extremo, mas títulos grandes de estudios tradicionais tendem a ter centenas ou milhares de pessoas trabalhando neles.
Isto é, a S-Game tem uma equipe enxuta, mas forneceu um game que abandona numerosos estudios veteranos com uma pulga atraz da orelha, imaginando onde eles necessitam aprimorar. Prós Combate super polido, ponto alto do título Dezenas de armas únicas Fator replay alto Sem repetição de bosses Visuais lindíssimos Suporte as tecnologias modernas no PC Ambientes bastante variados NPCs minuciosos auxiliam na imersão Contras Narrativa complexa Mapas lineares e sem desafio na exploracao Mt stuttering na edição de PC Texturas em baixa qualidade por todo lado Consumo de memoria Ram é absurdamente alto Narrativa complicada de acompanhar Em Phantom Blade Zero, o gamer confessa o papel de Soul, um espadachim habilidoso, conhecido, temido e respeitado no mundo do game. Um acontecimento relevante logo nos primeiros minutos de jogabilidade dá a direcao que o título vai tomar em toda a sua duracao e apresenta a motivação principal pra o protagonista.
A narrativa de Phantom Blade Zero é repleta de personagens que aparecem no decorrer da jornada, cada um com um background rico. Portanto, são numerosos nomes e numerosas narrativas. Especialmente, tive dificuldade em entender o que estava ocorrendo em alguns momentos, justamente pela enorme quantidade de personagens, clãs e acontecimentos relevantes.
Em um momento particular, Soul menciona dois nomes e pergunta: "O que é tudo isso?" e eu me identifiquei com a questão dele. O ponto central é compreensível, ja que ela se desenrola em cenas cinemáticas (mt bem feitas, de altíssimo nivel), normalmente com os personagens de sempre. Mas o complemento da narrativa é contado por meio de diálogos com numerosos NPCs e documentos.
É uma narrativa instigante e curiosa, pq envolve traições, alianças, só que é complicada de acompanhar em sua totalidade. É como entender que,
Redação GamesTudo · Fonte: Canal Tech — ver matéria original
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