GamesTudo · 26/10/2026 12:54
CoD: Modern Warfare 4: campaign marca retorno à boa forma
A maior alegria de quem ama console é ver uma série desgastada (e que parecia ter perdido o rumo) reencontrar a boa forma de outros tempos. Nao se trata de mero apego ao passado, de nostalgia grátis, mas de valorizar pilares sólidos e redescobrir o que tornou a franquia tão inesquecível em seu auge. Eu estive aqui no portal, nesta mesma época, em 2025, pra publicar minha análise de CoD: Call of Duty: Black Ops 7 com um gosto meio amargo na garganta.
Nao que Call of Duty: Black Ops 7 tenha sido um desastre total. Afinal de contas, o multijogador mostrou alguns dos melhores mapas dos jogos recentes, alem de ter entregue, potencialmente, o melhor modo zumbi ja feito pela Treyarch. A campaign com tom sobrenatural, em contraste com os demais componentes de Call of Duty: Black Ops 7, foi um fiasco retumbante.
Dá pra classificá-la, sem peso na conciência, como a pior da saga desde o surgimento de Call of Duty. A IW captou o recado e soube que necessitava fornecer a vivência mais impactante em anos. E isso, meus amigos, foi exatamente o que ela fez em CoD: Modern Warfare 4.
CoD: Modern Warfare 4: conflitos asiáticos CoDzeiros de plantão sabem que o rolê de Modern Warfare é diferente e fica um nivel acima quando o assunto é campaign. Mais pé no chão, Modern Warfare sempre procurou retratar guerras nas quais a realidade flerta com a ficcao, o tal do “e se”. E se, pensando alto, a Coreia do Norte invadisse a Coreia do Sul?
É essa invasão em grande escala que dita a premissa de CoD: Modern Warfare 4. Tal como nos outros títulos de Modern Warfare, o conflito geopolítico é o grande protagonista, tendo como fio condutor o Capitão John Price, personagem icônico de Call of Duty. Como é de praxe, o modo narrativa alterna entre a jornada de Price, em sua caça ao Ministro da Defesa da Rússia, brilhantemente interpretado por Mads Mikkelsen, o Cliff de Death Stranding, e sequências protagonizadas por soldados asiáticos.
Em uma das tarefas, a título de exemplo, confessamos o Gamepad de Ri Seung-ho, Lider Supremo da Coreia do Norte, em uma fuga desesperada em meio a um golpe de Estado orquestrado pela própria irmã. Em outra, invadimos um vilarejo na pele de um militar norte-coreano, cuja tarefa é descobrir o paradeiro de um desertor, recorrendo à tortura de civis pra dropar respostas. Captura: Flow Games/Victor Teixeira Em ambas as historias paralelas, CoD: Modern Warfare 4 cumpre um ótimo papel ao “amarrar”, de maneira orgânica, os acontecimentos da jornada de Price aos embates na Penínsu
Redação GamesTudo · Fonte: Flow Games — ver matéria original
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